Como Fazer as Crianças se Interessarem por Deus

jul 21

Por: Karen Mains

O maior erro que os pais cristãos cometem é apresentar a vida espiritual como uma obrigação ao invés de um prazer. Ao invés do cristianismo ser algo cheio de positivos, aventura e emoções, tornou-se uma terrível lista de “Não faças”. Por isso as crianças vêem o cristianismo somente do lado negativo. Como pais. precisamos mostrar que o cristianismo é uma fé positiva, isto é. cheio de “podes fazer”.

Aqueles que estudam o compor­tamento humano dizem que 90% de tudo o que aprendemos é captado e não ensinado. Nós não podemos dizer aos nossos filhos para orar a menos que nós mesmos o estejamos fazendo. Não podemos dizer aos nossos filhos para darem suas v idas a Deus a menos que nós estejamos fazendo isto. Não podemos dizer aos nossos filhos para se perdoarem uns aos outros se não nos virem pedir perdão. Servir de exemplo é tão simples quanto isto: Temos que “ser” antes de podermos passar o nosso ensinamento para frente.

Alem disso, as crianças aprendem quem é Deus pela maneira que um lar é conduzido. Se for um lar onde há aceitação, amor e humor, as crianças pensarão que Deus é assim. Mas se for um lar onde há rigidez e autocracia, as crianças pensarão que Deus é rígido e obstinado. Abertura, aceitação, justiça, honestidade e gentileza, estas são as características que caracterizam o nosso Deus Pai.

Outra maneira de destacar os pontos positivos da nossa fé é ensinar as crianças a sentirem prazer em Deus e nas Suas dádivas. Gaste tempo contemplando o mundo ao seu redor e diga para seus fi­lhos: “Este não é um mundo maravilhoso? As cores do outono são tão bonitas”. Ou durante um passeio n0 zoológico diga: “Olhe para o senso de humor de Deus. Nós podemos vê-lo nos animais. Ele fez alguns deles muito engraçados.” Não ou­vimos muito sobre o senso de humor de Deus na nossa teologia. Mas o humor é parte da inocência que nunca queremos perder e. por isso, não deveríamos privar os nossos filhos dele.

O cristianismo se torna uma experiên­cia positiva quando reconhecemos como Deus trabalha nas nossas v idas. O meu marido. David, e eu ajudamos os nossos filhos a fazerem uma brincadeira chamada “Em Busca de Deus”. Desafiamos os nossos filhos a procurarem a Deus nas suas vidas diárias, através das respostas à oração, da ev idência inesperada do Seu cuidado, da ligação entre acontecimentos ou de oportunidades incomuns. ou de uma ajuda especial para fazer a Sua obra neste mundo.

Experimentamos este último tipo de intervenção o tempo todo em nosso tra­balho no programa de rádio Capela. As crianças notaram isto também. Temos que aparecer com uma idéia nov a para cada programa, seis vezes por semana! E sempre há provisão através do artigo de uma revista, de uma conversa ou de um incidente que acontece. Estas coisas são dádivas de Deus para podermos fazer a Sua obra. Por isso as crianças têm visto este tipo de coisa acontecer e têm aprendido a procurá-las nas suas próprias vidas.

Implantar nas crianças um desejo pelas coisas espirituais pode ser compa­rado a Tom Savvyer tentando fazer com que os seus amigos pintassem a cerca para ele. Ele o fez parecer tão divertido, que as outras crianças não puderam resistir. Se os pais. comunicarem através de suas ações e palavras. que um relacionamento com Jesus Cristo é dinâmico e vital, as crianças vão querer o mesmo para si.

Faça-o Acontecer

  1. Imagine que seus filhos tenham o mesmo tipo de relacionamento com Cristo que você tem. É isto que você deseja para eles? Se você quer mais para eles, comece a buscar mais para si mesmo para que seus filhos possam seguir o seu exemplo.
  2. Incentive seus filhos a continuarem “Em Busca de Deus” e gaste tempo para compartilhar as maneiras em que puderam ver a oração respondida, a proteção de Deus. as oportunidades incomuns. e capacidade para fazer a Sua obra. Mantenha uma tabela com uma contagem atualizada das “respostas de Deus”
  3. Compartilhe com seus filhos um versículo especial encontrado na sua leitura diária. Isto ilustrará a qualidade viva da Palavra de Deus e criará neles uma fome para lê-la por si mesmos.

4. Invista em alguns liv ros de histórias bíblicas, fitas cassetes, ou fitas de vídeo que lhes apresente a Palavra de Deus de uma maneira que
eles possam entender enquanto ainda são jovens.

Do Livro: Parenting: Questions Women Ask (O Papel dos Pais: Perguntas que as Mulheres Fazem. Escrito por Karen Mains, Gail MacDonald e Kathv Peei. Copyright 1992. Publicado por Multnomah Press. Portland. Oregon. Usado com permissão.

Precisam-se: Corações de Pastor

A estratégia de Satanás é destruir a fe das crianças e da geração vindoura. Nós cristãos, devemos redobrar os nossos esforços no sentido de procurar ganhá-las para o Senhor. Os cordeiros estão sendo destruídos pelo inimigo das nossas almas.

Todos os cristãos devem acordar. Devemos nos entregar para a evangelização das crianças. A resposta para o problema da delinqüência juvenil é ganhar os garotos e as garotas para Jesus Cristo. Quem tem um coração de pastor para chorar pelas crianças perdidas c começar a trazer aos cordeiros e ao rebanho a proteção que só pode ser encontrada em Cristo?

Paul W. Rood

Diga aos Adolescentes: Castidade Significa Obedecer a Deus

Já está mais do que na hora de começarmos a conversar com os nossos adolescentes sobre castidade novamente. Nós precisamos dizer-lhes que o seu destino não é controlado por seus órgãos sexuais, mas pelas suas mentes.

Ao contrário do que pensam na sociedade secular, a castidade (que vem do latim e significa “casto” ou “puro”) não é puritanismo.

Antes, é uma força interior, uma energia espiritual que ajuda a quebrar os laços do egoísmo e a se libertar, e os adolescentes precisam ser treinados nis­to.

“Somente os bebês querem o que eles querem quando eles querem”, um líder africano disse para seu filho adolescente. “Um homem verdadeiro aprende como controlar sua energia sexual”.

A nossa sociedade moderna quase nos convenceu que o sexo antes do casamento é inevitável, e portanto nos oferece suas respostas: artifícios e métodos (como clínicas que administram o controle da natalidade e o aborto) que pretendem acabar com a gravidez mas não com o sexo.

A Única Opção: Castidade

Mas eu creio na prevenção do sexo antes do casamento: é melhor remendar os buracos do barco do que tentar tirar a água dele ao alto mar. Deus manda que nos amemos uns aos outros e para nos abstermos do sexo fora do casamento.

Aos olhos de Deus, a castidade é a única opção para o relacionamento antes do casamento. Ser casto, então, significa obedecer a Deus.

E a única maneira de ser feliz é obedecer a Deus. Pode haver prazer na desobediência, mas não alegria verdadei­ra.

A castidade é uma decisão para quem quer ser livre. Ela oferece liberdade da tendência dupla sobre o sexo. do medo da gravidez, do perigo da sexualidade transmitir doenças, dos casamentos feitos às pressas e das crianças sem pai. da culpa e da dor, dos riscos do controle mecânico da natalidade e da perda da escolha pessoal.

Ela oferece liberdade da exploração por outros, da perda da sua reputação, e da ruína do seu futuro.

Desenvolve-se Caráter, e Auto-Respeito

Vivendo uma vida de castidade, de­senvolvemos auto-respeito e respeito mútuo. Aprendemos a ser responsáveis no amor. E o amor não tem origem no sexo. O sexo é resultado do amor.

Este tipo de amor é baseado na responsabilidade, na confiança. 110 com­panheirismo. e requer um relacionamento fidedigno e duradouro.

O sexo antes do casamento pode impedir tal amor porque freqüentemente, nos faz sentir culpados e desgostosos. O tipo errado de sexo pode matar o amor.

A castidade, por outro lado, significa liberdade: planejar o seu próprio futuro, canalizar a sua própria energia, escolher alguém para ser seu companheiro vitalício, desenvolver seu próprio caráter.

Tendo vidas castas nós nos preparamos para as bênçãos do amor e do casamento.

E esta mensagem, esta visão que devemos passar para os nossos filhos se quisermos que vençam a mensagem oposta do mundo, isto é. a mensagem de que o sexo antes do casamento não causa problemas se for adaptado e protegido pelos métodos de controle de natalidade.

Quando lhes oferecemos preserva­tivos e a pílula, nós não estamos lhes ensinando sobre o amor. nem sobre o respeito pela sexualidade como uma reafirmação da aliança de casamento.

Pelo contrário, eles captam a mensa­gem de que ser egoísta é normal, que está tudo bem explorar os outros.

Mas por ter uma visão clara de todos os benefícios da castidade, e por passar esta visão de maneira apropriada para mais e mais adolescentes, podemos de­monstrar a superioridade do caminho de Deus, e mostrar como as clínicas que apenas distribuem pílulas, artifícios, e fazem abortos, realmente não sabem nada a respeito do melhor tipo de controle de natalidade.

Ingrid Trobisch. Reimpresso com permissão da Revista Eternity

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